Um preço exibido em uma moeda que o visitante não usa é um preço que exige um passo mental extra antes de significar alguma coisa, e um fornecedor de software que vendia um produto com cobrança por uso, com uma calculadora na página de preços, descobriu que os visitantes de fora do seu mercado de origem passavam bem mais tempo na página da calculadora e convertiam em uma taxa menor, um padrão que, quando a equipe investigou, se devia exatamente a esse atrito extra.
A solução foi mostrar o preço calculado em uma moeda que o visitante realmente usava no dia a dia, ao lado da moeda base do fornecedor para quem a preferisse. Detectar qual moeda mostrar primeiro começava pelo país, resolvido no servidor a partir do endereço IP do visitante por /v1/ip, antes de a página da calculadora de preços ser renderizada. O fornecedor mantinha o seu próprio pequeno mapeamento de país para moeda de exibição e uma taxa de conversão aproximada, atualizada periodicamente, e usava o campo country da consulta para decidir qual moeda mostrar como padrão.
Vale a pena ser preciso sobre o que isso mudou e o que não mudou. A própria My Geocode define preços e cobra em EUR, no mundo inteiro, independentemente de onde está o cliente que usa a API, um detalhe sem relação com a moeda que uma empresa construída sobre a API escolhe exibir aos seus próprios clientes. A decisão do fornecedor de mostrar preços na moeda local do visitante foi inteiramente uma escolha própria de precificação e localização, usando o sinal de país da consulta como uma entrada, e não algo que a API de localização decidiu ou em que teve qualquer participação além de resolver o país.
O fornecedor teve o cuidado de identificar claramente o preço convertido como uma conversão aproximada, apenas para referência, já que a cobrança real continuava sendo feita na moeda base do próprio fornecedor e as taxas de câmbio oscilam, o que significava que o número exibido na página de preços era uma estimativa útil, e não uma garantia fixa do valor de uma cobrança específica depois que a conversão de moeda acontecesse no processador de pagamento. Essa distinção era importante o bastante para ser destacada diretamente na própria página, em uma pequena nota perto da calculadora, para evitar qualquer confusão do cliente sobre quanto ele seria realmente cobrado.
O visitante podia voltar para a moeda base com um único clique se preferisse, algo útil para equipes financeiras avaliando o produto que queriam ver diretamente a moeda real de cobrança em vez de uma estimativa convertida, e o fornecedor manteve essa opção em destaque em vez de escondê-la, já que tirar do visitante a possibilidade de ver a moeda real de cobrança em favor de uma visualização localizada forçada teria criado o seu próprio tipo de atrito justamente para os compradores mais propensos a fazer comparações cuidadosas de orçamento.
O tráfego da página de preços era uma fração modesta do total de visitas ao site do fornecedor, o que manteve isso folgadamente dentro da cota diária gratuita na maioria dos meses, com excedentes ocasionais cobertos por crédito pré-pago durante um lançamento de produto ou uma campanha de marketing que gerasse um tráfego excepcionalmente alto na página de preços.
A documentação da consulta utilizada está em /docs/ipv4-lookup/ e /docs/ipv6-lookup/, e os preços da própria My Geocode estão detalhados em /pricing/.
Um código postal e uma cidade que não batem em um formulário de pedido parecem um pequeno erro de digitação até virarem uma entrega enviada para uma região totalmente diferente do país.
Uma empresa de logística queria um alerta simples no momento em que um caminhão de entregas entrasse ou saísse do local de um cliente específico, sem construir ou licenciar uma plataforma completa de rastreamento de frota.
Uma ferramenta de colaboração queria que os colegas de equipe vissem, de relance, onde um colega estava e mais ou menos que horas eram para ele, sem que ninguém precisasse digitar isso no perfil.