Casos de uso

Criando uma ferramenta de localização de painéis solares usando altitude

Uma avaliação solar completa envolve um engenheiro visitando o imóvel, verificando a orientação do telhado, o sombreamento de estruturas e árvores próximas e a inclinação específica do próprio telhado, um processo que exige tempo e custo reais por visita, e um instalador de energia solar residencial estava agendando um número significativo dessas visitas para imóveis que, quando um engenheiro de fato os examinava, se mostravam maus candidatos à energia solar por motivos que uma verificação muito mais simples poderia ter sinalizado com antecedência.

O contexto de altitude e de terreno, embora não substitua completamente uma vistoria presencial de sombreamento e do telhado, deu ao instalador um filtro inicial útil. O /v1/elevation retornava a altitude do solo nas coordenadas de um imóvel e em pontos ao redor, que a equipe do instalador usava para ter uma noção aproximada do terreno ao redor: se o imóvel ficava em um vale, com probabilidade de sofrer mais sombreamento de terrenos mais altos próximos, ou em um terreno relativamente plano ou elevado, com menos obstruções evidentes da própria paisagem, independentemente da questão das árvores ou de prédios próximos, que só uma foto real do local ou uma visita poderia avaliar.

O instalador incorporou isso ao seu formulário on-line inicial de pedido de orçamento como uma etapa leve de pré-triagem: o proprietário informava o endereço, que o sistema geocodificava para obter as coordenadas, e os dados de altitude desse ponto, junto com uma pequena grade de pontos ao redor, davam um perfil aproximado do terreno que alimentava uma estimativa inicial da viabilidade solar, claramente identificada como preliminar e explicitamente não substituta da avaliação completa do local, que ainda aconteceria antes de qualquer instalação ser agendada.

Isso não eliminou as visitas técnicas, já que o terreno é apenas um fator entre vários, e muitos imóveis com um terreno adequado ainda acabam sendo maus candidatos por causa da cobertura de árvores ou do estado do telhado, detalhes que os dados de altitude não conseguem ver. O que isso fez foi ajudar o instalador a priorizar para quais pedidos de orçamento agendar uma visita técnica primeiro e, às vezes, alinhar expectativas mais realistas com o proprietário logo de início quando o perfil do terreno sugeria uma dificuldade real, como um imóvel encravado em um vale íngreme e sombreado, que provavelmente limitaria a viabilidade solar independentemente do estado do telhado.

O instalador também usava a altitude do solo como um campo extra opcional em algumas das suas outras consultas de localização, já que os extras opcionais da My Geocode, disponíveis com mg_extras=1 ou com o cabeçalho X-MG-Extras, incluem a altitude do solo junto com as coordenadas que ele já estava resolvendo para outras partes do seu fluxo de orçamento, permitindo que o instalador obtivesse o contexto de altitude sem uma chamada totalmente separada nos casos em que só precisava de um dado adicional rápido, e não de uma grade completa do terreno.

O instalador tomou cuidado nos seus materiais de marketing e de orçamento para não exagerar o que essa verificação inicial podia prometer, apresentando-a sempre como uma ferramenta de triagem preliminar e não como uma avaliação final, o que importava tanto para criar expectativas realistas nos proprietários quanto para evitar qualquer afirmação que pudesse ser lida como uma estimativa firme de produção de energia antes que um engenheiro de fato examinasse o imóvel.

O volume era baixo, ligado ao volume de pedidos de orçamento e não a algo mais frequente, confortavelmente dentro da cota diária gratuita para um instalador de porte regional. A documentação do endpoint e dos campos extras está em /docs/elevation-lookup/.